Seleção ainda tenta encontrar identidade com mais de um ano de Ancelotti
A informacao chegou e merece atencao. Como o tempo que alterna momentos ensolarados e chuvosos em Morristown, a seleção brasileira busca encontrar o equilíbrio com a Copa do Mundo em andamento.
De acordo com informacoes, E precisou de alguns dias para restabelecer a calmaria, a transparência e a clareza perdidas depois do empate com o Marrocos na estreia, no sábado. Depois de um dia de folga com familiares, treino fechado para convidados e a semana iniciada com a expectativa sobre a volta de Neymar — que ontem, enfim, entrou em campo junto com o elenco e participou do aquecimento com os demais jogadores, mas ainda se recupera de forma individualizada —, coube ao experiente Danilo a missão de passar a limpo todos os assuntos que circundam o elenco e também expor o que se passa internamente, sem rodeios. Em 40 minutos de entrevista, o zagueiro/lateral falou sobre projeções e hipóteses em relação ao time que deve ir a campo na segunda rodada, admitiu que o ciclo conturbado da seleção, com muitas trocas de comando técnico, dificulta os trabalhos no Mundial e respondeu sobre o clamor popular pela entrada de Endrick no time titular.
— A não criação de uma identidade e as trocas constantes também influenciam na questão da ansiedade. Quando se tem um plano e uma coisa construída, coesa, quando as coisas começam a ficar difíceis, você se agarra naquilo. A gente não conseguiu construir isso, é claro e óbvio. Não temos a maturidade da França, da Argentina, enquanto equipe — analisou Danilo, indo além: — Não quer dizer que não podemos fazer um bom papel. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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