Sucesso na Copa, coreografia norueguesa do 'barco viking' tem origem em shows de heavy metal; entenda
A informacao chegou e merece atencao. Após a vitória sobre Senegal, nesta segunda-feira, os jogadores da Noruega reproduziram, em campo, a remada viking que viralizou com sua torcida nesta Copa do Mundo.
Importante mencionar que A seleção se sentou no gramado e fez a coreografia inspirada nos antigos navegadores vikings, mas que teve origem em shows de heavy metal. Antes de ir para as arquibancadas, o "rowing pit", como é chamado no mundo do rock, já era feito em shows de bandas como o Amon Amarth, da Suécia , e o Euliveitie, da Suíça, adeptas do folk metal ou do viking metal — essa vertente da música pesada vem de uma lenda do gênero, a banda sueca Bathory. Banda de um homem só, Thomas "Quorton" Forsberg (1966-2004), depois de seu início, nos anos 1980, o Bathory foi por um caminho de som mais lento e, nas letras, direcionado à mitologia nórdica, o que lhe rendeu o apelido de viking metal.
Nas últimas décadas, o gênero se espalhou por outros países, com nuances que o aproximam do folk metal -- aquele heavy metal com elementos do folclore de cada país, representado no Brasil por bandas como o Tuatha de Dannan, e a mania do rowing pit extrapoloo o gênero, sendo vista em shows de artistas distantes do rock pesado, como a cantora pop americana Halsey. Nesta segunda-feira, os remadores apareceram mais uma vez, desta vez no futebol. Depois da vitória da seleção norueguesa, o meia Odegaard, do Arsenal, foi o maestro da festa. Com um tambor e baquetas, o jogador orquestrou os movimentos sincronizados dos demais jogadores e dos torcedores nas arquibancadas. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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