Tenente-coronel acusado de matar esposa será julgado por júri popular, determina STJ
Confira os detalhes que estao repercutindo. O Supremo Tribunal de retomada-de-obras-de-empreendimento-de-luxo-3b1fe1/" title="Justiça autoriza retomada de obras de empreendimento de luxo em Nova Lima após s">autoriza-retomada-de-obras-de-empreendimento-de-luxo-3b1fe1/" title="Justiça autoriza retomada de obras de empreendimento de luxo em Nova Lima após s">Justiça decidiu nesta terça-feira (28) que o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa, a ex-policial militar, Gisele Alves Santana, será julgado pela Justiça comum, e não pela Justiça Militar.
Vale destacar que Com isso, ele será levado a júri popular. A decisão é do ministro Reynaldo Soares, que considerou que a 5ª Vara do Júri, no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, deve processar e julgar o caso. A tese era defendida pela defesa da família da vítima e também pelo advogado do tenente coronel.
O advogado José Miguel da Silva Júnior, que representa a família de Gisele, afirmou que considerava que o crime em questão não era de natureza militar. E Eugênio Malavasi, defensor de Geraldo Leite Rosa Neto, diz que a decisão do STJ corroborou o que já foi postulado por ele na audiência de custódia do tenente-coronel, quando defendeu que a Justiça Militar era incompetente para julgar o caso. A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta no apartamento em que o casal morava na região central de São Paulo em 18 de fevereiro. Laudos necroscópicos e pós-exumação apontaram que o tiro que a matou foi desferido com a arma encostada à têmpora direita, de baixo para cima. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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