'Um coloca, outro confere': instrutor preso relata como era feita checagem em salto que terminou com morte de jovem
A informacao chegou e merece atencao. Polícia Civil investiga morte de jovem durante salto no interior de SP Um dos funcionários presos pela morte da estudante Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, afirmou à Polícia Civil que a equipe responsável pelos saltos de rope jump dividia as tarefas de instalação e conferência dos equipamentos de segurança.
De acordo com informacoes, O relato foi exibido pelo Fantástico neste domingo (14). Investigado pela morte da jovem em Cordeirópolis (SP), Luis Felipe Feliciano Egoroff foi questionado pelos policiais sobre a divisão de funções entre os integrantes da equipe responsável pelos saltos. Segundo ele, não havia uma única pessoa encarregada de instalar ou verificar os equipamentos antes da atividade.
"Às vezes a gente tipo assim não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo", declarou. 🔎O rope jump é uma modalidade que usa cordas estáticas, sem elasticidade, e após a queda faz um movimento de balanço, como um pêndulo. No bungee jump, modalidade mais conhecida, a corda elástica faz a pessoa cair e quicar para cima e para baixo repetidas vezes. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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