Audiências sobre tarifaço: governo decide enviar observadores e mantém aposta em negociações diretas
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Setor produtivo vai aos EUA para barrar novo tarifaço O governo brasileiro decidiu não se inscrever para discursar nas audiências públicas que acontecem a partir desta segunda-feira (6) nos Estados Unidos sobre o tarifaço proposto pelo governo de Donald Trump contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano.
Vale destacar que Mesmo assim, a embaixada em Washington enviará representantes, na condição de observadores, para que o governo tome ciência dos argumentos. As informações são do Ministério das Relações Exteriores. O entendimento do governo brasileiro é que este espaço, das audiências públicas, não é o adequado para negociação real, e sim, as conversas técnicas e de alto nível que têm havido nas últimas semanas e que estão programadas para os próximos dias.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-cadidato à Presidência, e o influenciador político Paulo Figueiredo se inscreveram para discursar durante as audiências. Flávio vai abrir o segundo dia (veja aqui os argumentos que ele pretende levar). ➡️ A participação na audiência pública do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável por formular e negociar a política comercial do país, é aberta aos interessados que se inscreverem. LEIA TAMBÉM: Depois do tom político da carta aos EUA, Flávio precisa evitar 'escorregões' em audiência, dizem aliados Reuniões diplomáticas Na semana passada, por exemplo, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcio Elias Rosa, teve uma conversa com o representante do escritório comercial dos EUA, Jamieson Greer. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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