Com recesso, convenções e início das campanhas, votações importantes no Congresso devem ficar para depois das eleições
A novidade esta movimentando o setor. O recesso parlamentar, as convenções partidárias e o início das campanhas eleitorais devem reduzir a atividade na Câmara dos Deputados e no Senado nos próximos meses, empurrando a análise de pautas consideradas importantes para depois das eleições de outubro.
Alem disso, 🔎Conforme a Constituição, o recesso parlamentar ocorre entre 18 e 31 de julho, quando há a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias (LDO). Neste ano, como a proposta não foi votada, os parlamentares devem fazer um recesso informal, sem a convocação de sessões legislativas nesse período. O Congresso já estava em ritmo mais lento devido à Copa do Mundo e às festas de São João — que mobilizam principalmente as bancadas do Nordeste.
As atividades devem ser retomadas na primeira semana de agosto, mas pautas relevantes terão de competir com o calendário eleitoral, quando os parlamentares se dedicam às campanhas. Nessa época, tradicionalmente, a formação de quórum é dificultada e debates importantes tendem a não acontecer. Agora no g1 O especialista em relações governamentais e ciência política Samuel Oliveira afirma que, a partir de julho em anos eleitorais, os parlamentares passam a agir "mais visivelmente" em função da campanha do que focados na agenda legislativa. “Não é uma virada automática, mas o calendário eleitoral muda o centro de gravidade. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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