Flávio Bolsonaro diz aos EUA que PIX não substitui cartão de crédito e sugere que meio de pagamento não seja conectado a sistemas 'não ocidentais'
A novidade esta movimentando o setor. Em uma manifestação ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirma que sanções ao PIX "prejudicam investimentos dos EUA" e faz um "compromisso legislativo" de que o meio de pagamento não será conectado a "arranjos de liquidação transfronteiriços não ocidentais".
De acordo com informacoes, "Caminhos para a Solução. O sinal decisivo — um compromisso legislativo de que o Pix não será interconectado a arranjos de liquidação transfronteiriça não ocidentais [...] Instrumentos de pagamento privados — cartões de crédito e débito, e outros tipos de empresas — oferecem funções que o Pix não substitui, incluindo crédito ao consumidor, financiamento, proteção contra disputas e mecanismos de estorno", diz Flávio. 🔎 O USTR é o órgão responsável por formular e negociar a política comercial dos EUA.
Ele conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas. Lula fala em "traidores da pátria" após carta de Flávio Bolsonaro aos EUA "Uma sanção ou tarifa é a medida errada: não altera a arquitetura do sistema de pagamentos e prejudica o investimento dos EUA". No documento, encaminhado nesta quarta-feira (1º), Flávio coloca ainda o PIX como um dos marcos da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro e diz que as alegações de conflitos de interesse feitas pelo governo de Donald Trump são "exageradas". O senador cita que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) também opera um sistema de pagamentos instantâneos, chamado de FedNow. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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