Javier Milei: impopularidade recorde e situação econômica na Argentina - O Assunto #1714
A novidade esta movimentando o setor. A Argentina registrou a menor taxa de pobreza em sete anos, recuando de 38,1% em 2024 para 28,2% sob a gestão de Javier Milei, segundo o Indec, o "IBGE argentino".
Vale destacar que No entanto, esse avanço econômico contrasta com uma queda drástica na popularidade do presidente, que tem 64,5% de desaprovação (dados da consultoria Zuban Córdoba). As políticas econômicas celebradas pelo alcolumbre-diz-vice-lider-do-governo-sob-43decb/" title="'Golpe comandado por Alcolumbre', diz vice-líder do governo sobre derrubada de v">governo têm sido insuficientes para conter o ceticismo da opinião pública. O desgaste político é alimentado por uma série de escândalos envolvendo o gabinete de Milei.
Além disso, a população reage ao aumento do desemprego, ao fechamento de milhares de empresas e aos cortes na saúde e educação pública. Para grande parte do eleitorado, a realidade do cotidiano e a inflação persistente, mesmo que em queda anual, pesam mais do que os índices oficiais de redução da pobreza. Em paralelo, outro desafio crítico é a profunda desconfiança no sistema financeiro, herança de traumas como o "corralito" de 2001. Estima-se que os argentinos ainda guardem US$ 170 bilhões fora dos bancos, e as recentes tentativas de Javier Milei de atrair esse capital com isenções fiscais, sob o mote "alivie seu colchão", tiveram pouco sucesso até agora. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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