Master funcionava como 'máfia fantasiada de banco', segundo investigadores
A novidade esta movimentando o setor. Sadi: Esquema Vorcaro de intimidação agia como a máfia Há uma definição que tem se repetido nos bastidores da investigação envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master e que ajuda a explicar o estágio atual do caso: não se trata de uma organização com contornos de máfia, mas de uma “máfia fantasiada de banco”.
Importante mencionar que A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira (9) a 10ª fase da Operação Compliance Zero para apurar indícios de ações coordenadas em redes sociais voltadas a comprometer a credibilidade e a atuação do Banco Central. 📱 Acesse o Canal da Sadi no WhatsApp Os investigadores também apuram a possível atuação de grupo dedicado à intimidação de jornalistas, ao monitoramento de pessoas ligadas a autoridades e à obtenção indevida de informações sigilosas. A comparação com uma máfia não é nova, mas ganha força à medida que a análise do material apreendido avança.
A impressão predominante entre os investigadores é a de que o esquema funcionava com um grau de profissionalização, quase como uma grande empresa. Havia uma estrutura organizada, com funções claramente definidas, divisão de responsabilidades e uma lógica operacional que lembra a de uma corporação. LEIA MAIS Grupo de Vorcaro oferecia até R$ 2 milhões a influenciadores por postagens contra o Banco Central, diz PF Alvo da PF por ligação com Vorcaro, Thiago Miranda já recebeu título de 'cidadão benemérito de Brasília' Os celulares apreendidos se transformaram em uma “mapa do crime” dessa engrenagem. O conteúdo encontrado teria permitido aos investigadores reconstruir diferentes frentes de atuação e até identificar planos que nem chegaram a ser concluídos. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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