Sobre a impossibilidade de dar adeus à amiga que partiu
Este conteudo e meramente informativo e NAO substitui consulta medica. Sempre procure um medico ou profissional de saude qualificado antes de tomar decisoes sobre sua saude ou iniciar tratamentos.
Veja o que foi divulgado recentemente. A maioria das pessoas tem amigos de longa data, quase sempre da juventude, e, à medida que envelhece, se ressente porque seu círculo de relações vai encolhendo.
De acordo com informacoes, Sou muito sortuda por ter feito amigas na maturidade e a coluna de hoje é dedicada a uma delas: a médica Claudia Burlá, que partiu precocemente, aos 64 anos, no dia 16 de junho. Geriatra, com doutorado em bioética e uma referência nacional na área de cuidados paliativos, foi uma das primeiras entrevistadas do programa 50 Mais CBN, que eu ancorava com o médico e gerontólogo Alexandre Kalache e a também jornalista Mara Luquet. Fui conferir a data: 20 de junho de 2015.
Aos poucos, de entrevistada tornou-se amiga. Impossível não se encantar com sua inteligência e paixão pela profissão. Sobre os cuidados paliativos – que tantas vezes abordei neste espaço – tinha uma declaração lapidar: A geriatra Claudia Burlá: “É quando se pensa que não há mais nada a fazer que os cuidados paliativos podem fazer toda a diferença” Mariza Tavares “É quando se pensa que não há mais nada a fazer que os cuidados paliativos podem fazer toda a diferença para a pessoa até o final da sua vida”. Não eram apenas palavras. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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