Como alunas de escola pública criaram negócio para combater a pobreza menstrual no RS
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Alunas produzem absorventes para distribuir kits contra a pobreza menstrual Na biblioteca de uma escola municipal na periferia de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, um grupo de adolescentes decidiu transformar uma conversa antes cercada de vergonha em acolhimento, informação e impacto social.
De acordo com informacoes, Foi ali que nasceu o coletivo “Garotas de Vermelho”, criado por estudantes da Escola Municipal Saint Hilaire para combater a pobreza menstrual e abrir espaço para debates sobre saúde, violência e dignidade feminina. A iniciativa surgiu depois que as próprias meninas perceberam que muitas colegas não tinham acesso a absorventes ou sequer conseguiam falar sobre menstruação dentro de casa e na escola. “A menstruação era um assunto escondido”, conta a estudante Joana Souza, uma das criadoras do projeto.
Como alunas de escola pública usam empreendedorismo contra pobreza menstrual no RS Reprodução/PEGN Além de rodas de conversa, o coletivo distribui itens de saúde menstrual para meninas em situação de vulnerabilidade. O grupo também criou kits com absorventes reutilizáveis e bolsas térmicas. A lógica é simples: cada kit vendido ajuda a financiar outro que será doado gratuitamente. Com ações educativas voltadas para crianças e adolescentes, o projeto já passou por mais de 30 escolas da capital gaúcha e se tornou referência em debates sobre dignidade menstrual e prevenção à violência sexual. Fique de olho nas proximas publicacoes.
Conteudo agregado de fonte publica com reescrita editorial. Direitos autorais da materia original pertencem ao site de origem.


