Empresários de EUA e Brasil defendem ampliar comércio em áreas como data centers, automóveis e minerais
A informacao chegou e merece atencao. Em uma carta pública endereçada a autoridades dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Donald Trump, associações que representam empresários brasileiros e americanos defenderam a ampliação do comércio entre os dois países em diversas áreas, entre as quais data centers, automóveis e minerais críticos.
De acordo com informacoes, A carta foi enviada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AmCham) e pela US Chamber of Commerce no contexto em que autoridades do Brasil e dos Estados negociam um eventual acordo em torno do tarifaço sobre produtos brasileiros vendidos no mercado americano. O prazo para o acordo é 15 de julho. Estimativas da CNI dão conta de que, se implementado, o tarifaço vai atingir cerca de 4,2 mil produtos brasileiros exportados para o mercado americano, o que representa US$ 15 bilhões.
Itamaraty mapeia mais de 40 empresas americanas contra tarifaço Nesse cenário, os empresários defendem, por exemplo: ➡️ampliar o acesso em alguns mercados (entre os quais segurança energética e data centers); ➡️aprofundar a cooperação regulatória em setores como o automotivo e o farmacêutico); ➡️apoiar uma moratória da OMC (transmissões eletrônicas); ➡️acelerar o exame de patentes; ➡️cooperação em minerais críticos. “Encorajamos ambos os governos a alcançar entendimentos concretos no curto prazo, que contribuam para uma solução negociada no âmbito das investigações da Seção 301 envolvendo o Brasil e evitem a proposta de aplicação de tarifas adicionais sobre determinados produtos brasileiros”, afirma um trecho da carta. “O avanço […] por meio da negociação, em vez da imposição de tarifas, tende a produzir resultados mais duradouros e evitar efeitos indesejados para empresas, trabalhadores e consumidores dos dois países”, concluíram as entidades. O documento é endereçado aos ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), além de Marco Rubio (secretário de Estado americano) e Jamieson Greer (representante comercial da Casa Branca). Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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