Turismo, cerveja e apostas: quem deve ganhar com a Copa de 2026, que pode movimentar R$ 200 bilhões
Confira os detalhes que estao repercutindo. Com Neymar convocado, comércio popular comemora alta nas vendas para a Copa A Copa do Mundo de 2026 deve injetar bilhões de dólares nas economias dos países-sede, impulsionada por um forte aumento do consumo que poderá beneficiar setores que vão do turismo ao varejo e à indústria de artigos esportivos, segundo analistas.
Vale destacar que Marcado para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho, o torneio será o maior da história e poderá estimular os gastos dos consumidores em um momento em que a demanda global ainda mostra sinais de fragilidade. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo A primeira Copa do Mundo realizada em três países — Estados Unidos, Canadá e México — deverá acrescentar cerca de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 212 bilhões) ao Produto Interno Bruto (PIB) global, segundo um estudo de impacto socioeconômico da Fifa realizado em parceria com a Organização Mundial do Comércio (OMC). 👉 Confira os setores e empresas que, na avaliação de analistas do mercado financeiro, devem ser favorecidos pelo evento.
Operadoras de hotéis A consultoria B. Riley estima que a Copa do Mundo atrairá 13,1 milhões de visitantes, incluindo pessoas com e sem ingressos para os jogos. O fluxo de turistas deverá resultar em cerca de 21,3 milhões de diárias reservadas por meio de plataformas de viagem. Analistas avaliam que redes hoteleiras como Marriott, Hilton e Hyatt, além de plataformas de hospedagem e viagens como Airbnb, Booking e Expedia, estão entre as empresas que podem se beneficiar do torneio. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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