Brasil tem três escolas de negócios entre as melhores do mundo, segundo ranking de jornal inglês
Confira os detalhes que estao repercutindo. Fundação Getúlio Vargas, em Botafogo, na Zona Sul do Rio Reprodução/ TV Globo Três instituições brasileiras estão entre 90 melhores escolas de negócios do mundo, segundo ranking do jornal inglês Financial Times, divulgado nesta semana.
Segundo apurado, A Fundação Dom Cabral (FDC) é a melhor colocada e garantiu o 4º lugar da lista pelo segundo ano consecutivo. A Fundação Getulio Vargas (FGV) aparece em 12º lugar, subindo 15 colocações em relação à lista anterior, enquanto o Insper ocupa a a 19ª posição. Duas instituições de origem internacional que têm unidade no Brasil também aparecem na lista.
A SKEMA Business School, com sede na França, aparece no 35º lugar do ranking geral. Já a IESE Business School, da Espanha, ocupa a 3ª posição na lista de programas abertos. Agora no g1 As 20 melhores colocadas do ranking foram: #1 London Business School (Reino Unido/Emirados Árabes Unidos) #2 HEC Paris (França) #3 IESE Business School (Espanha/Estados Unidos/Alemanha/Brasil) #4 Fundação Dom Cabral (Brasil) #5 Esade Business School (Espanha) #6 Edhec Business School (França/Reino Unido/Singapura) #7 University of Oxford: Saïd (Reino Unido) #7 IMD — International Institute for Management Development (Suíça/Singapura) #9 Insead (França/Singapura) #9 ESMT Berlin (Alemanha) #11 Essec Business School (França/Singapura/Marrocos) #12 Fundação Getulio Vargas — FGV EAESP (Brasil) #13 SDA Bocconi School of Management (Itália) #14 Stockholm School of Economics (Suécia) #15 IE Business School (Espanha) #16 University of Michigan: Ross (Estados Unidos) #17 EMLyon Business School (França/China/Índia) #18 University of St Gallen (Suíça) #19 Insper Instituto de Ensino e Pesquisa (Brasil) #20 Nova School of Business and Economics (Portugal) Critérios avaliados Para serem elegíveis aos rankings, as instituições devem atender a uma série de critérios, como: Formato dos cursos: apenas programas com aulas ao vivo (“synchronous courses”) entram na análise — online, presenciais ou híbridos. Cursos totalmente gravados e autodidatas ficam de fora. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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