Carlos Eduardo Mansur: Noruega 2 x 1 Improviso
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Sempre que termina a participação do Brasil numa Copa do Mundo, o caminho natural é entender o que deu errado no jogo da eliminação.
Vale destacar que Mas no dia em que o país tem a certeza de que será quebrado o recorde de espera por um novo título, a seleção vive uma derrota em que olhar apenas para o campo é enxergar só os sintomas de um mal maior. ACABOU: O fim do sonho do hexa da Copa: da expectativa por Neymar a um time ainda em construção por Ancelotti LÁGRIMAS: Casemiro chora em entrevista e diz que Noruega não teve 'controle real' do jogo, mesmo com 66% de posse Se Noruega e Brasil jogassem dez vezes a mesma partida, com os mesmos jogadores e estratégias, o normal é que a seleção brasileira vencesse a grande maioria. Então, analisada de forma isolada, esta é mais uma desclassificação em que o Brasil produziu para ganhar o jogo.
Mas a maneira como a partida foi planejada e executada impõe perguntas que até podem ser feitas a Ancelotti, mas devem mesmo ser respondidas por gente muito mais poderosa. Gente que, inclusive, nem mais na CBF está. A cada derrota, escolhemos uma narrativa. Por ora, parece hegemônica a tese da passividade, da pouca posse de bola, algo tido como contracultural na história do futebol brasileiro. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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