De cria do Flamengo ao ‘camisa 10’ possível: Paquetá amadurece entre Copas e agrada Ancelotti de forma relâmpago na seleção
Veja o que foi divulgado recentemente. Cria do Flamengo, Lucas Paquetá surgiu para o futebol com toda a irreverência de um jovem da base rubro-negra, que encantava pelo talento e ao mesmo tempo traduzia em dança a ginga do futebol brasileiro.
Importante mencionar que De passinho em passinho, viu o clube que o relevou se reestruturar com a sua venda para a Europa, em 2028, e repatriá-lo este ano como a contratação mais cara da história no Brasil. Assim começava a tomar forma o projeto do ex-cria de ser novamente o “camisa 10” possível para a seleção brasileira na Copa, já que o número, que pertence a Neymar, ainda aguarda a volta de lesão. Durante o drama vivido na Inglaterra em função das investigações que o tinham como alvo por suposta participação em esquemas de aposta, Paquetá deixou de se transferir do West Ham para o Manchester City e precisou recalcular a rota, o que o fez amadurecer como atleta, mas sobretudo como pessoa.
Ao lado da mulher Duda, o pai de dos meninos Benício e Fillipo voltou ao país para se manter no radar da seleção brasileira, que nunca o descartou do ciclo mesmo com os problemas extracampo de 2023 a 2025. — Sem dúvida alguma, amadureceu demais, não só como atleta. Eu peguei ele muito garoto, fazendo uma transição da base profissional, ele jogou em inúmeras posições no Flamengo daquela época. Hoje é um jogador com todas as características e um grande meio-campista. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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