De menina reprimida à transição aos 40 anos: mulher trans de São José conta trajetória de aceitação
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Aine Tadini Reprodução/Arquivo Pessoal Aine Tadini sempre soube que era uma menina.
Vale destacar que Ainda na infância, ao experimentar uma sandália da prima, foi repreendida pela mãe e entendeu que precisaria esconder quem realmente era. Foram quase quatro décadas reprimindo a própria identidade até conseguir viver como sempre se reconheceu. Neste domingo (28), quando é comemorado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, o g1 conversou com a moradora de São José dos Campos sobre a trajetória até conseguir se assumir mulher, aos 40 anos.
"Eu sempre me senti menina desde novinha. Quando experimentei aquela sandália e minha mãe mandou eu tirar, eu entendi que não podia usar as coisas que eu gostava porque eu tinha nascido no gênero com o qual eu não me identificava", relembrou. Agora no g1 Ao longo da adolescência e da vida adulta, Aine tentou esconder quem era. Em casa, vestia roupas femininas escondida. Fique de olho nas proximas publicacoes.
Conteudo agregado de fonte publica com reescrita editorial. Direitos autorais da materia original pertencem ao site de origem.

/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/d/F/Re6Or6Tq2Bc2kqPRUe1g/arte-2026-03-02t204600.098.png)



