Menina passa por seis ciclos de quimioterapia após diagnóstico errado e hoje depende de cadeira de rodas no Reino Unido
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Uma mãe britânica afirma que a filha passou por seis ciclos de quimioterapia e cinco meses de tratamento desnecessários após receber um diagnóstico equivocado de uma doença autoimune.
Segundo apurado, Hoje com 12 anos, Faye Condon foi inicialmente diagnosticada com dermatomiosite juvenil (DMJ) aos cinco anos, mas exames realizados anos depois no Great Ormond Street Hospital apontaram que ela, na verdade, tem distrofia muscular de Emery-Dreifuss (EDMD), uma doença genética rara e sem cura. A família acusa o Hospital Infantil de Bristol de negligenciar indícios da enfermidade e prepara uma queixa formal contra a unidade. Mulher morre após cinco meses em coma depois de abordagem policial nos EUA; família quer processar autoridades Jovem fica em estado grave depois de explosão de aspirador robô na Austrália Segundo Christina Condon, mãe da menina, os primeiros sintomas surgiram quando Faye começou a apresentar dificuldade para correr, pular e caminhar, além de dores no quadril e quedas frequentes.
Embora nunca tenha se convencido do diagnóstico inicial, ela afirma que os médicos descartaram outras hipóteses, mesmo com exames para doenças autoimunes negativos e uma biópsia muscular indicando uma condição muscular congênita. A partir de 2021, a criança iniciou sessões de quimioterapia e recebeu injeções em casa, enfrentando efeitos colaterais graves. De acordo com a mãe, uma transfusão ainda provocou meningite viral, obrigando a menina a permanecer isolada em um quarto escuro. Diagnóstico correto veio após exames genéticos Sem melhora clínica, Christina insistiu por uma segunda opinião no Hospital Derriford, em Plymouth. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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