MP cita 38 advogados presos em cadeias de SP para contestar pedido da defesa de Deolane por Sala de Estado-Maior
Confira os detalhes que estao repercutindo. Um levantamento compilado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) aponta que atualmente 38 advogados estão presos em celas especiais de unidades prisionais paulistas.
Segundo apurado, O documento foi anexado ao parecer apresentado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra o pedido da defesa da advogada e influenciadora Deolane Bezerra para ser transferida para uma Sala de Estado-Maior ou, alternativamente, cumprir prisão domiciliar. 'Pejotização' do crime: dinheiro digital muda dinâmica de lavagem das facções Irmã de Deolane Bezerra atualiza a situação da influenciadora na prisão: 'Está bem, na medida do possível' Com base em informações oficiais da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o MP aponta que em todos esses casos não há registro de que a Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP) tenha ingressado com habeas corpus para pedir a transferência desses profissionais para Sala de Estado-Maior Prevista no Estatuto da OAB, a Sala de Estado-Maior é uma modalidade de custódia distinta da cela especial, prevista especificamente para advogados presos preventivamente. A controvérsia, porém, é se uma cela especial pode substituir essa prerrogativa ou se, na sua ausência, deve ser concedida prisão domiciliar Galerias Relacionadas O habeas corpus apresentado pela defesa da influenciadora começou a ser julgado pela 16ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo nesta segunda-feira (6).
De acordo com o advogado dela, Aury Lopes Jr., o julgamento em plenário virtual vai até o dia 15, quando deve sair uma decisão. Segundo o levantamento, os 38 advogados já estão presos em celas especiais ou pavilhões especiais, separados da massa carcerária comum, conforme prevê a SAP. Outro documento aponta que, desde 2007, outros 368 já passaram por celas especiais no estado. O que não existe, segundo o MP, são Salas de Estado-Maior no sistema prisional paulista. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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