Príncipe recorre à Justiça para manter moradia em palácio histórico em Petrópolis ao se deparar com fechaduras trocadas; entenda
Veja o que foi divulgado recentemente. Descendente da família imperial consegue liminar por palácio Rogério de Paula/g1 O Palácio do Grão-Pará, patrimônio tombado localizado no Centro Histórico de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, se tornou alvo de uma discórdia familiar que virou caso de polícia e foi parar na Justiça neste mês.
Importante mencionar que Dom Pedro Tiago de Orléans e Bragança, de 47 anos, informou que foi impedido de entrar no palácio, onde ele afirma morar desde o nascimento, após retornar de uma atividade física. Nas redes sociais, o descendente da família imperial afirmou que encontrou todas as fechaduras do imóvel trocadas e que ficou sem acesso ao imóvel. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp.
Dom Pedro Tiago de Orléans e Bragança, de 47 anos, informou que foi impedido de entrar no palácio, onde ele afirma morar desde o nascimento Reprodução redes sociais O palácio é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1930 e está registrado em nome da Companhia Imobiliária de Petrópolis, empresa que tem no quadro societário outros descendentes da família imperial, como Pedro Carlos de Bourbon de Orléans e Bragança, que é pai de Dom Pedro Tiago; além dos tios Afonso de Bourbon de Orléans e Bragança e Francisco de Orléans e Bragança. Sem poder entrar no palácio, Dom Pedro Tiago recorreu à Justiça, alegando que ficou sem acesso a documentos, objetos pessoais e demais pertences que permaneciam na residência, que fica na Rua Epitácio Pessoa, no Centro. Em nota, a Polícia Militar informou que equipes do 26º BPM chegaram a ser acionadas para atender a uma ocorrência de invasão no endereço, havendo resistência à ordem para deixar o local, sendo necessário o uso de instrumentos de menor potencial ofensivo para conter o príncipe, que é tetraneto de Dom Pedro II, trineto da Princesa Isabel e pentaneto de Dom Pedro I. Dom Pedro Tiago alegou que os agentes utilizaram gás lacrimogêneo durante a ocorrência. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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