Projeto de proteção marinha avança e prevê nova reserva de 3 mil hectares entre Barra de Guaratiba e Recreio
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. A proposta de criação de uma nova unidade de conservação marinha na Zona Sudoeste avançou mais uma etapa.
De acordo com informacoes, Em reunião pública realizada no último dia 17, representantes do poder público, pesquisadores, comunidades tradicionais e organizações da sociedade civil discutiram a implantação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Marinha Urupirá, área que poderá proteger aproximadamente três mil hectares entre a Ilhota do Frade, em Barra de Guaratiba, e o Pontal do Recreio. Ainda em fase de construção, a reserva surge com a proposta de conciliar preservação ambiental e manutenção das atividades tradicionais ligadas ao território, especialmente aquelas desenvolvidas por populações que dependem diretamente dos recursos marinhos. Festival Rio Refugia: Os muros do Jacarezinho vão ganhar vida com grafite, dança e batalhas de MCs no Ocuparte Enem: Veja quais escolas da Zona Sudoeste tiveram as maiores notas na prova — A participação social é um princípio fundamental no processo de criação de qualquer unidade de conservação.
Somando-se a outros encontros realizados, esta segunda oitiva amplia o diálogo com os diferentes setores envolvidos, permitindo que mais pessoas conheçam a proposta, tirem dúvidas e contribuam para o aperfeiçoamento da futura reserva — afirma a diretora de Biodiversidade, Áreas Protegidas e Ecossistemas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Julia Bochner. Diferentemente de modelos mais restritivos de proteção ambiental, a categoria de Reserva de Desenvolvimento Sustentável permite o uso dos recursos naturais mediante regras definidas coletivamente. O modelo busca preservar a natureza ao mesmo tempo em que promove melhores condições de vida para populações tradicionais, reconhecendo e valorizando conhecimentos historicamente associados ao manejo ambiental desses territórios. Nesse tipo de unidade de conservação, a visitação também pode ser estimulada, desde que esteja alinhada aos interesses das comunidades locais e às diretrizes estabelecidas no Plano de Manejo, documento que define as formas de uso, proteção e gestão da área. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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