Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026
Confira os detalhes que estao repercutindo. O público em escala mundial se informa mais por meio do Facebook, YouTube e TikTok do que pelos veículos de comunicação tradicionais, cujo modelo econômico está em risco, aponta um estudo divulgado nesta terça-feira.
Vale destacar que O ano de 2026 "marca uma etapa importante. Pela primeira vez, as redes sociais e plataformas de vídeo superam as demais fontes de informação e se tornam a principal forma de se informar em nível mundial", destacou Jim Egan, autor principal do relatório do Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo, vinculado à Universidade de Oxford. Entenda a medida: primeiro-ministro britânico anuncia proibição de redes sociais para menores de 16 anos Leia também: após morte de jovem lançada sem cordas, perfis de organizadores de salto em SP são deletados nas redes sociais Divulgado anualmente pelo instituto, o estudo sobre informação digital é considerado uma referência para a análise das transformações da mídia e teve como base pesquisas online realizadas no começo do ano pela empresa YouGov, que ouviram quase 100 mil pessoas, em 48 países.
Segundo os entrevistados, na semana anterior à pesquisa 54% deles usaram as redes sociais e plataformas de vídeo para se informar, uma proporção que chega a 56% se incluídos agentes de inteligência artificial como o ChatGPT. Esses números caem a 52% para a TV, 51% para sites e aplicativos de jornais e 21% para o rádio. "Evolução gradual" Essa tendência não é nova, uma vez que as redes e plataformas já ocupavam o primeiro lugar em alguns países analisados individualmente em anos anteriores. Mas esta é a primeira vez que essa forma de consumir informação é majoritária na média do conjunto de mercados estudados, levando em conta que quase todos os países onde os sites e aplicativos da imprensa tradicional ainda lideram ficam na Europa. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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