Unidades de computação em nuvem da Microsoft e da Amazon enfrentam regras mais duras da UE para big techs
A informacao chegou e merece atencao. A Azure, da Microsoft, e a Amazon Web Services (AWS) podem passar a enfrentar regras mais rígidas da União Europeia após reguladores afirmarem que as plataformas devem ser enquadradas na Lei de Mercados Digitais (DMA, na sigla em inglês).
Alem disso, Maçã mais salgada: Apple aumenta preços de MacBooks e iPads; veja novos valores Restrições contornadas: proibição de adolescentes em redes sociais na Austrália teve pouco impacto, diz estudo Em conclusões preliminares divulgadas nesta quinta-feira, a UE afirmou que Azure e AWS representam, respectivamente, “o maior e o segundo maior serviço de computação em nuvem na UE”, além de terem “alcançado um faturamento significativo, e sua capacidade operacional e investimentos parecem ter superado significativamente os de seus concorrentes”. A comissária europeia de concorrência, Teresa Ribera, acrescentou que os serviços “continuarão a crescer em importância, razão pela qual é essencial garantir um mercado competitivo e bem funcionando, e um campo de atuação equilibrado para todos os provedores de nuvem”. Caso as plataformas sejam formalmente enquadradas na DMA ao fim da investigação da Comissão Europeia, elas terão de cumprir uma série de obrigações, incluindo requisitos de interoperabilidade e restrições a práticas de “lock-in” de clientes e auto-preferência.
A Bloomberg News já havia reportado a possibilidade dessa escalada. Jalapeño: OpenAI apresenta chip para rodar IA com mais velocidade e menor custo A Comissão Europeia afirmou ainda que Amazon e Microsoft têm o direito de contestar as conclusões antes de uma decisão final sobre a designação sob a DMA. Um porta-voz da AWS disse que as conclusões preliminares “desconsideram a amplitude dos serviços de nuvem disponíveis aos clientes europeus e podem desestimular investimento e inovação na Europa”. A Microsoft, por sua vez, criticou a ausência de investigação sobre o negócio de nuvem da Alphabet, afirmando estar “preocupada de que ignorar o poder crescente do Google Cloud e do Gemini possa distorcer o mercado de forma prejudicial”. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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