Durigan diz que PIX não prejudica americanos e defende 'racionalidade' em decisão dos EUA sobre tarifas
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. O ministro Dario Durigan em entrevista ao g1 Reprodução/TV Globo O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu em entrevista exclusiva ao g1 nesta sexta-feira (3) que prevaleça a racionalidade na decisão dos Estados Unidos sobre a proposta de aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre mercadorias brasileiras.
Segundo apurado, O Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) conduziu investigação com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 e concluiu que práticas adotadas pelo Brasil "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos. "São argumentos que, quando colocados, o Brasil tem razão. Então, eu espero que prevaleça a racionalidade, prevaleça o argumento técnico e essas tarifas não fiquem de pé em relação ao Brasil", disse o ministro.
O relatório final do USTR listou, em áreas, as preocupações do governo de Donald Trump em relação ao Brasil: comércio digital e serviços de pagamento (PIX); regulação de redes sociais; tarifas preferenciais desleais; desmatamento ilegal; acesso ao mercado de etanol; e proteção da propriedade intelectual. O texto afirma que o Banco Central (BC) favorece o PIX, em detrimento de sistemas de pagamentos americanos. O USTR critica ainda o fato de o BC atuar ao mesmo tempo como regulador e operador do sistema, impondo seu uso e limitando as taxas cobradas por concorrentes. "O argumento de que o PIX prejudica atores norte-americanos não faz nenhum sentido. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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