Esquema de Vorcaro atuava com 'intimidação de jornalistas' e 'campanhas de desinformação' para blindar gestão do Master, aponta PF
A informacao chegou e merece atencao. PF faz operação contra publicitário ligado a Vorcaro Investigação da Polícia Federal (PF) aponta que o esquema de Daniel Vorcaro à frente do Banco Master incluía a "intimidação de jornalistas" e "campanhas de desinformação" para blindar a gestão fraudulenta à frente do banco.
Importante mencionar que 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Operação realizada nesta quinta-feira (9) teve como um dos principais alvos o publicitário Thiago Miranda, ligado a Daniel Vorcaro. Miranda é suspeito de coordenar uma ação em redes sociais voltada a comprometer a credibilidade e a atuação do Banco Central, indica a investigação. Conforme a decisão do ministro André Mendonça, relator do inquérito sobre o caso Master no STF, Thiago Miranda é apontado pela PF como o principal articulador de um esquema para recrutar influenciadores digitais e jornalistas – utilizando valores de até R$ 2 milhões e contratos com cláusulas de confidencialidade.
Decisão do ministro Mendonça aponta que Miranda "estaria diretamente envolvido no recrutamento de influenciadores e jornalistas" para "fins intimidatórios e ameaçadores" em caso de recusar em ajudar no esquema. Daniel Vorcaro e o empresário Thiago Miranda Reprodução Entre os alvos das ações do grupo de Thiago Miranda, estão a colunista Malu Gaspar, do jornal "O Globo" e o empresário do setor financeiro Milton Maluhy Filho, do Itaú Unibanco, cujos relatórios confidenciais com dados civis e fiscais circulavam por orientação de Thiago. Como parte de um plano de gestão de crise, o publicitário também mantinha contato direto com jornalistas e veículos para negociar ações para reduzir danos de reportagens negativas contra Daniel Vorcaro e conseguir a remoção de conteúdos consideradas prejudiciais aos interesses do grupo investigado. Vorcaro encomendou dossiê contra CEO do Itaú: 'Está me causando muito problema' Segundo a PF, o esquema criminoso do Master estava dividido em núcleos: Núcleo dirigente: responsável por coordenar os outros grupos e proteger os envolvidos nos crimes. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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