O lugar da mulher no bolsonarismo - O Assunto #1752
A novidade esta movimentando o setor. O vídeo que Michelle Bolsonaro postou na quarta-feira (24) passada não apenas expôs o racha na família entre ela e os filhos de Jair.
Segundo apurado, Na publicação, ela reivindicou mais espaço para candidaturas femininas dentro do PL – a mesma Michelle que, dois anos atrás, defendeu que as mulheres devem ser submissas aos seus maridos. Nas redes sociais, aliados de Flávio passaram a criticar a ex-primeira-dama: o caso mais emblemático foi o do influenciador Paulo Figueiredo, que logo no dia seguinte à publicação disse que “mulheres votam estatisticamente mal”, principalmente as solteiras. Apenas nesta quarta-feira (1º) que o pré-candidato à Presidência veio a público para repudiar a fala de Figueiredo, com quem ele e seu irmão Eduardo foram à Casa Branca para encontrar com Donald Trump, em maio.
A renúncia de Michelle à presidência do PL Mulher e repercussão desses dois vídeos vêm gerando desgastes à campanha de Flávio Bolsonaro, em especial com o eleitorado feminino – são mais de 80 milhões de eleitoras no Brasil, cerca de 8 milhões a mais que homens. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista Maria Cristina Fernandes sobre as repercussões políticas e eleitorais desta nova crise no bolsonarismo. Maria Cristina explica o que quer Michelle Bolsonaro e analisa a recente campanha de Flávio para melhorar sua imagem diante das mulheres. Convidada: Maria Cristina Fernandes, colunista do jornal Valor Econômico e comentarista da GloboNews e da rádio CBN. Fique de olho nas proximas publicacoes.
Conteudo agregado de fonte publica com reescrita editorial. Direitos autorais da materia original pertencem ao site de origem.





