Saiba quem são os 'rebeldes da demência'
Este conteudo e meramente informativo e NAO substitui consulta medica. Sempre procure um medico ou profissional de saude qualificado antes de tomar decisoes sobre sua saude ou iniciar tratamentos.
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Há quase dez anos, indiquei o livro Como envelhecer, escrito pela jornalista Anne Karpf, como uma obra “de iniciação” perfeita para quem pretende transformar seus dias de maturidade numa fase ativa e prazerosa.
Segundo apurado, A autora afirma que devemos nos livrar do chamado “modelo deficitário” do envelhecimento, como se ele só trouxesse perdas – até porque o cérebro é mais elástico do que se imaginava. Faço essa introdução porque foi com enorme prazer que li seu artigo sobre os “rebeldes da demência”, publicado no jornal britânico The Guardian. Casal pegando sol: pessoas diagnosticadas com demência estão lutando contra os estereótipos e exigindo apoio médico adequado TungArt7 para Pixabay Poucas coisas são mais temidas do que tal diagnóstico, até porque, a partir desse momento, os pacientes passam a ser tratados como se já não fossem capazes de administrar a própria vida e precisassem de supervisão contínua.
Agora, “rebeldes da demência” estão lutando contra os estereótipos e exigindo apoio médico adequado. “É um híbrido de idadismo e capacitismo que se combinam”, descreve a jornalista. Ela desfia inúmeras histórias, como a da psicoterapeuta Maxine Linnell, de 78 anos, diagnosticada há quatro anos. O maior choque, na sua opinião, foi a mudança de atitude dos conhecidos: “Deixam de ver você como uma pessoa e veem apenas a doença. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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