Como Países Baixos se tornaram terceiro maior exportador de alimentos do mundo apesar do território pequeno
Veja o que foi divulgado recentemente. O professor Leo Marcelis é brasil-cria-ong-para-denuncias-contr-448090/" title="Ex-chefe do WhatsApp no Brasil cria ONG para denúncias contra big techs; entenda">whatsapp-no-brasil-cria-ong-para-denuncias-contr-448090/" title="Ex-chefe do WhatsApp no Brasil cria ONG para denúncias contra big techs; entenda">chefe do grupo de Horticultura e Fisiologia Vegetal da Universidade de Wageningen Guy Ackermans/WUR Centenas de pés de tomate crescem protegidos por uma grande estrutura de vidro.
De acordo com informacoes, Mas esta não é uma estufa comum. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Desde os níveis de gás até a cor da luz, cada variável é monitorada por sensores que enviam as informações para computadores que, por sua vez, rodam algoritmos refinados com inteligência artificial.
O resultado é uma produção até cinco vezes maior do que a de uma estufa de baixa tecnologia na América Latina. As plantas estão localizadas no campus da Universidade e Centro de Pesquisa de Wageningen (WUR), nos Países Baixos, um centro de renome mundial para pesquisa em produção de alimentos. Vídeos em alta no g1 A universidade fica no coração do chamado Food Valley ("Vale da Alimentação", em tradução literal do inglês), um complexo de centros de pesquisa que permitiu que os Países Baixos se tornassem o terceiro maior exportador de alimentos do mundo (em valor monetário) com um território de pouco mais de 41.000 km², 70 vezes menor que a Argentina. Como isso foi possível? Fique de olho nas proximas publicacoes.
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