Adiamento de 'pauta-bomba' no Senado foi um gesto de Alcolumbre ao governo, diz nova líder
Veja o que foi divulgado recentemente. O adiamento da votação da proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde, considerada uma "pauta-bomba" pelo Executivo, segundo a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), foi um gesto do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), ao governo.
De acordo com informacoes, Entenda o que são 'pautas-bomba', que pressionam orçamento do governo em ano eleitoral Alcolumbre anunciou nesta terça-feira (30), em plenário, que a tramitação da PEC respeitará o rito constitucional com o prazo de cinco sessões antes da deliberação do texto em primeiro turno. Até então, era ventilada a possibilidade de aceleração no trâmite com a votação nesta terça. Agora no g1 Ao g1, Teresa Leitão afirmou que o gesto foi ao governo, citando o ministro José Guimarães (Relações Institucionais), que esteve presente com ela em reunião na residência oficial do Senado com Alcolumbre nesta terça.
"Não a mim, exclusivamente, mas aos demais membros do governo que também estiveram na conversa com o presidente Davi Alcolumbre", afirmou a líder. Aliados do presidente do Senado confirmaram que o adiamento foi uma sinalização ao governo, em meio a turbulências na relação entre eles. Apesar do gesto ao governo, Alcolumbre garantiu que o tema será votado. “Estou deixando claro o rito processual que vou adotar: primeiro, não vou tirar a proposta de deliberação; segundo, não vou votar o calendário especial para a gente quebrar o interstício. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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